Cadeiras vazias em sala de aula simbolizam vítimas de feminicídio

Lançamento do projeto da UNINASSAU acontece no dia da Campanha Laço Branco

No dia 06 de dezembro, às 09h, a UNINASSAU Recife inaugura o projeto Cadeira Vazia na unidade de Boa Viagem. Ele faz parte do Programa Ser Mulher, atendendo ao eixo de sensibilização e mobilização social, e tem como objetivo alertar a comunidade acadêmica para um grave problema que afeta a sociedade: o feminicídio.

Em cada sala de aula haverá uma cadeira vazia sinalizada com a mensagem do projeto, assim como um QR-Code para acesso à cartilha informativa sobre a violência contra a mulher e os principais canais de denúncia. Cada peça simboliza uma vítima de feminicídio que poderia estar estudando naquele ambiente.

“É com a esperança de um futuro mais justo e igualitário que inauguramos esse projeto. Cada cadeira vazia é um lembrete cruel da realidade enfrentada por diversas mulheres e que exige uma atenção urgente da sociedade. Por meio do Ser Mulher, buscamos não apenas oferecer oportunidades de capacitação profissional para mulheres vítimas de violência, mas também promover a conscientização e a mobilização”, explica Sérgio Murilo, diretor de Responsabilidade Social e Ambiental da UNINASSAU.

A inauguração do projeto acontece no dia em que se inicia a Campanha Laço Branco, a qual busca mobilizar os homens pelo fim da violência contra as mulheres. Todas as Instituições de Ensino Superior mantidas pelo grupo Ser Educacional vão ter uma cadeira vazia adesivada com frases de impacto relacionadas a casos de feminicídio em suas salas de aula. O projeto Cadeira Vazia conta com a parceria do Instituto Banco Vermelho, Instituto Maria da Penha e Grupo Mulheres do Brasil.

Ser Mulher

O Ser Educacional oferece bolsas de graduação digital 100% gratuitas para mulheres vítimas de violência doméstica. A iniciativa faz parte do programa Ser Mulher, que conta com o apoio do Instituto Maria da Penha e Grupo Mulheres do Brasil, o qual também oferta apoio psicológico, suporte emocional e atendimento jurídico para as vítimas tirarem dúvidas e receberem assistência durante todo o processo. Os serviços são realizados nas Clínicas-Escola de Psicologia e no Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) das unidades.

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