Rede de eletropostos da Kroma amplia infraestrutura para veículos elétricos na RMR

Duas estações começam a operar com carregadores rápidos de alta potência e sistema de pagamento digital. Projeto inclui app para acompanhamento da recarga e foco na experiência do usuário. Fotos: Divulgação

A expansão da mobilidade elétrica no Brasil avança junto com a necessidade de uma infraestrutura de recarga mais acessível, confiável e integrada à rotina urbana. Atenta a esse cenário, a Kroma Energia iniciou a operação dos dois primeiros eletropostos do projeto Kroma Conecta na Região Metropolitana do Recife (RMR), marcando a entrada da companhia em um serviço que conecta sua experiência no setor elétrico às novas demandas de mobilidade sustentável.

As estações já estão em funcionamento em locais de grande fluxo: no estacionamento do Shopping Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, e no Posto Fiji, da rede Multipostos, na Avenida Abdias de Carvalho, no Recife. Os pontos contam com carregadores elétricos rápidos de 80 kW, permitindo que motoristas recuperem boa parte da autonomia do veículo em poucos minutos. Uma terceira unidade entrará em operação nos próximos dias, localizada no Posto Ibiza, na Avenida Recife, no bairro de San Martin.

Para o CEO da Kroma Energia, Rodrigo Mello, o projeto nasce com foco direto na experiência do usuário e na realidade urbana das grandes cidades. “Estamos acompanhando de perto o crescimento da frota de veículos elétricos e entendemos que a infraestrutura pública de recarga é um dos principais desafios para a consolidação dessa transição. O Kroma Conecta é uma resposta prática a essa demanda, oferecendo previsibilidade, conveniência e transparência ao motorista”, afirma.

O sistema de recarga funciona de forma simples, por meio de QR Code, sem necessidade de cadastro prévio. O usuário escolhe a forma de pagamento – como PIX, carteira digital ou cartão – e acompanha todo o processo pelo aplicativo Kroma Conecta, que também informa a disponibilidade das estações e registra o histórico de uso. A cobrança é feita por energia consumida e inclui taxa de ociosidade para veículos que permanecem na vaga após o término da recarga, medida que busca organizar o fluxo em pontos de alta circulação.

Segundo estimativas da empresa, um veículo elétrico compacto pode consumir cerca de 32 kWh para sair de 20% a 100% de bateria, o que representa um custo aproximado de R$ 64 e garantir uma autonomia superior a 280 quilômetros, dependendo do modelo e do estilo de condução. “O nosso papel vai além de fornecer energia. Queremos participar ativamente da transformação da mobilidade, conectando tecnologia, planejamento urbano e sustentabilidade. Esse é um projeto que começa agora, em ambientes estratégicos, mas que foi pensado para crescer junto com o amadurecimento do mercado”, reforça Rodrigo Mello.

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