Saúde em risco: intoxicações ainda desafiam a saúde pública no Brasil

Uso incorreto de medicamentos, alimentos contaminados e bebidas adulteradas estão entre as principais causas de intoxicação no país. Imagem: Freepik

Os casos de intoxicação seguem como um grave problema de saúde pública no Brasil. Segundo o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox/Fiocruz), mais de 100 mil intoxicações humanas são notificadas todos os anos, envolvendo principalmente medicamentos, alimentos contaminados e bebidas adulteradas com substâncias tóxicas como o metanol.

O metanol é um dos maiores riscos: presente em bebidas clandestinas, é altamente tóxico mesmo em pequenas doses e pode levar à cegueira, insuficiência renal e morte. “O perigo é que ele não tem cheiro ou sabor identificável. Por isso, consumir bebidas sem procedência é extremamente arriscado”, alerta o médico clínico e CEO da PAD Saúde, Dr. Edivaldo Bezerra.

Os medicamentos também estão entre os principais responsáveis por intoxicações no país. Automedicação, erros de dosagem e uso incorreto de remédios comuns afetam, sobretudo, crianças e idosos. “É um hábito perigoso reutilizar medicamentos sem prescrição atual. Em muitos casos, isso leva à internação hospitalar”, reforça Dr. Bezerra.

Já as intoxicações alimentares completam o cenário de risco. Alimentos mal conservados ou contaminados por bactérias como Salmonella e E. coli podem causar vômitos, diarreia e febre, exigindo atenção especial em crianças e idosos. Para o especialista, a prevenção passa por medidas simples: evitar bebidas de origem duvidosa, não se automedicar, descartar medicamentos vencidos de forma correta e adotar boas práticas de higiene alimentar. Além disso, ter um médico da família como referência é fundamental.

“Esse profissional é quem conhece o histórico do paciente, orienta medidas de prevenção e atua rapidamente na hora da emergência, garantindo maior segurança no atendimento”, destaca Dr. Bezerra. A PAD Saúde, que inaugurou recentemente sua primeira clínica em Recife, reforça o alerta com campanhas educativas e atendimento voltado para prevenção. “Informação e acompanhamento médico adequado são as maiores armas contra as intoxicações, que em grande parte poderiam ser evitadas”, conclui o especialista.

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