Professor Carlos André participa do II Simpósio Nacional pelos Direitos Humanos Masculinos no Rio de Janeiro

Foto: Divulgação

O pesquisador e professor potiguar Carlos André, referência nacional nos debates interdisciplinares entre Direito, comportamento social e políticas de proteção à infância e à família, marcou presença no II Simpósio Nacional pelos Direitos Humanos Masculinos, realizado no último dia 29 de novembro, no Shopping Recreio, no Rio de Janeiro.

O encontro reuniu juristas, psicólogos, terapeutas, pesquisadores, representantes da sociedade civil e formuladores de políticas públicas para discutir temas urgentes que afetam diretamente a vida de milhares de famílias brasileiras: falsas acusações, violência doméstica contra homens, alienação parental e a necessidade de aprimoramento de mecanismos de justiça, acolhimento e prevenção.

Durante sua participação, Carlos André reforçou a importância de ampliar o diálogo acadêmico e social sobre esses fenômenos, destacando como a falta de reconhecimento institucional sobre tais violências pode aprofundar vulnerabilidades, gerar invisibilidade das vítimas e comprometer o equilíbrio das relações familiares.

O professor ressaltou não apenas a gravidade das injustiças enfrentadas por homens vítimas desses processos, mas também um ponto sensível e pouco debatido: as falsas denúncias prejudicam profundamente as mulheres que realmente precisam de proteção. Isso porque consomem tempo, energia e recursos do Ministério Público, desviando esforços para a apuração de fatos inexistentes enquanto mulheres em situação real de risco aguardam atendimento, medidas urgentes e prioridade no sistema de justiça.

“Debater esses temas de forma séria, técnica e humana é essencial para proteger famílias inteiras. Quando um pai sofre uma acusação falsa, quando um homem é vítima de violência ou quando há alienação parental, todos ao redor — filhos, mães, avós, irmãs — também são impactados. E quando o sistema é sobrecarregado com denúncias infundadas, quem realmente precisa acaba ficando desassistida”, destacou.

O Simpósio também reforçou o papel fundamental das mulheres – esposas, mães, filhas, irmãs e avós – que convivem diretamente com os impactos dessas injustiças e participaram ativamente das discussões. A presença feminina foi reconhecida como essencial para fortalecer o movimento e ampliar a compreensão sobre os danos sociais provocados pela desinformação, pelo uso indevido de mecanismos legais e pela falta de políticas de prevenção.

A edição deste ano consolidou o Simpósio como um dos principais fóruns nacionais sobre os direitos humanos masculinos, ampliando o debate, rompendo tabus e fortalecendo a necessidade de práticas profissionais e políticas públicas mais eficazes e equilibradas.

Mais informações sobre o evento estão disponíveis em: simposio.iddh.com.br

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