Consumidores podem pagar até R$ 145 a mais pelo mesmo produto, aponta levantamento. Foto: Divulgação/ Procon
Devido à valorização do petróleo, causada por conflitos no Oriente Médio e outros fatores, o preço do gás de cozinha tem aumentado, dificultando a vida dos consumidores. Diante disso, o Procon-PE realizou, entre os dias 16 e 20 de abril, uma pesquisa de preços, em 21 depósitos de vendas de botijões de gás de cozinha de 13 kg, em 19 bairros do Recife.
A pesquisa considerou não apenas o preço do produto, mas também as modalidades de comercialização, como entrega ou retirada, além da venda do Gás de Petróleo Liquefeito (GLP) com troca do botijão ou com o botijão completo.
O levantamento apontou uma diferença percentual de até 64%, do botijão de gás completo, de um estabelecimento para o outro, podendo ser encontrado em seu menor preço por R$ 225,00 e no maior por R$ 370,00. Já a venda sem a entrega do produto (quando o consumidor se desloca até o estabelecimento para a retirada), apresentou uma variação de 15,80%, o produto foi encontrado em seu menor preço por R$ 94,99 e em seu maior preço por R$ 110,00. Já com a entrega( quando o consumidor recebe o produto em sua residência), o gás de cozinha foi encontrado em seu menor preço por R$ 100,00 e em seu maior preço por R$ 115,00, gerando uma diferença percentual de 15%.
“O Procon-PE vem realizando pesquisas de preços para oferecer ao consumidor uma ferramenta que ajude a economizar na hora das compras, desde a cesta básica até medicamentos, e o intuito não é diferente com a pesquisa do gás de cozinha”, disse Anselmo Araújo, Secretário Executivo de Justiça e Promoção dos Direitos do Consumidor.
É possível ter acesso a pesquisa completa através do site: www.procon.pe.gov.br