Kitesurfistas fazem expedição inédita do Ceará ao Amapá

Trajeto passará por cinco estados brasileiros: Ceará, Piauí, Maranhão, Pará e Amapá, até ultrapassar a fronteira do Brasil

Apaixonados pelo vento, kitesurfistas embarcam em uma expedição inédita que promete atravessar o litoral brasileiro e explorar além das fronteiras do país. Intitulada “Onde o vento levar III”, a jornada teve início na última quinta-feira (12), na Praia do Preá, no Ceará.

A aventura faz parte do Surfin Sem Fim e reunirá um time de velejadores experientes como Wandeson Sousa, Said Senado, André Penna e Marco Dalpozzo.

A expedição promete ser uma das mais desafiadoras já realizadas no mundo do Kitesurf e Kite Foil, percorrendo aproximadamente 2.300 km ao longo de 15 dias. Previsão de chegada em Oiapoque é no dia 29 de setembro.

– Já velejamos até Macapá e o vento continua constante. Em Onde o Vento Levar III, com a ajuda dos nativos e dos pescadores locais, tentaremos chegar até o final do Brasil e ver se ainda tem vento, vamos torcer que este vento maravilhoso e único nos acompanhe até lá – relata o Wandeson Souza, nativo do Preá e capitão do Surfin Sem Fim.

O trajeto passará por cinco estados brasileiros: Ceará, Piauí, Maranhão, Pará e Amapá, até ultrapassar a fronteira do Brasil. Utilizando Kite Foil, os aventureiros velejarão tanto pelo mar quanto pelo Rio Amazonas, desbravando regiões inexploradas e revelando as histórias e culturas das comunidades costeiras ao longo do caminho.

– Essa jornada é mais do que uma aventura, é uma oportunidade única de explorar o Brasil de uma maneira que poucos já experimentaram. Seguiremos o vento por territórios inexplorados, nos conectaremos com culturas locais e enfrentaremos os desafios da natureza em sua forma mais pura. É um momento de descoberta e de profundo respeito pelo que o nosso país tem de mais precioso: sua diversidade e sua gente – declara Marco Dalpozzo.

Com saída da pousada Rancho do Peixe, no Preá, os aventureiros seguem uma rota planejada que inclui paradas estratégicas em locais como Ilha dos Poldros, São Luís, Ilha dos Lençóis e Praia de São Pedro, Ilha de Marajó, Afuá, entre outras até Oiapoque.

– Essa expedição não é uma competição. Ela é uma exploração profunda das riquezas naturais e humanas do litoral brasileiro, levando ao público histórias que poucos tiveram a oportunidade de vivenciar – comenta André Penna, também capitão do Surfin Sem Fim.

Fonte: ge.globo/ce

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