Projeto segue mapeamento da presença de mulheridades da arte urbana no Rio Grande do Norte

O projeto MAURB realiza até 18 de novembro um mapeamento dessa representatividade

Com o objetivo de destacar a presença das mulheres na arte urbana e suas diversas linguagens, o projeto MAURB realiza até 18 de novembro um mapeamento dessa representatividade. A iniciativa também resultará em um catálogo ilustrado, que apresentará obras e mini biografias das artistas, disponível em formato digital e com audiodescrição.

O objetivo principal do projeto é investigar a presença de artistas nas linguagens urbanas, explorando suas contribuições, representações e os desafios que enfrentam. A iniciativa busca dar visibilidade às mulheres na arte urbana, criando um registro histórico que valorize e destaque essas artistas, além de oferecer um recurso pedagógico inclusivo para diversos públicos.

A artista Catarina Catão (Cattaprisma), coordenadora do projeto, explica que a iniciativa surgiu devido à escassez de materiais que evidenciam a contribuição das mulheres na arte urbana do Rio Grande do Norte. “Como artista urbana potiguar, sinto uma grande necessidade de reunir as mulheres da arte de rua em um único lugar. A pesquisa tem o objetivo de compilar todas em um catálogo e também de incentivar essa manifestação urbana contemporânea em outras regiões, além da região metropolitana de Natal.”

A partir dos dados coletados, duas artistas convidadas, Soupúrpüra e Jane Gomes, farão a curadoria, juntamente com a coordenadora do projeto, Catarina Catão (Cattaprisma). Elas selecionarão três artistas para receberem uma premiação,  como forma de incentivar o trabalho. Os critérios de avaliação seguirão políticas afirmativas, levando em consideração o tempo de atuação das artistas como interventoras urbanas.

Desde 2011 na arte urbana, Catarina (cattaprisma/catão) utiliza diversas linguagens e técnicas, como lambe-lambe e pintura com extensão. Ela também trabalha com ilustração, arte digital, videoarte e modelagem. Seus estudos em cosmologia, corpo, saberes ancestrais e cultura popular refletem-se em seu trabalho. Catarina gosta de compartilhar aprendizados, brincar, fazer capoeira e nadar. Atualmente, desenvolve projetos de incentivo cultural voltados para a arte urbana e a economia criativa.

Foto: Mylena Sousa

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